Meus bons amigos, estava aqui pensando naquela questão abordada pelo Jamal, a questão da inevitabilidade da passagem do tempo, e, consequentemente, da inexorável visita da " indesejada das gentes" como bem disse o Bandeira em Consoada.
Que devemos fazer na atual situação do mundo? O que devemos esperar? Tínhamos tanto há tão pouco tempo e, pelo visto, quase tudo nos escorregou pelos dedos. Temos tido a sensação de que vicejam ao nosso redor o crime, a luxúria, a inveja e a fome..
Dizia ele que, de certo modo, somos uma espécie de existencialistas tardios, concordo. Nos cobrem um manto permeado por filetes de inconformismo e rebeldia. Não podemos aceitar que só nos resta dançar um tango argentino.
Kierkegaard, Heidegger, J.P.Sartre. Seríamos seus herdeiros mesmo sem tê-los lido? E tendo os lido isso bastaria para tornamo-nos existencialistas?
Qual a fonte para a busca de respostas para tantos dilemas que afligem o homem comum? E talvez, e só talvez as respostas só possam ser encontradas no cerne, na essência do mesmo Homem que leva tal nome.
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